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quarta-feira, 19 de janeiro, 2022
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Corinthians reforça convicção por Sylvinho após vaga na Libertadores e demissão de Renato do Flamengo

Em quarto no Brasileiro, Timão dá moral a atual técnico e “ignora” ex-alvo livre no mercado Roger acredita em bom desempenho do Corinthians para 2022, após contratações: “Encara qualquer competição”
A classificação do Corinthians à Libertadores com duas rodadas de antecedência reforçou ainda mais a convicção da diretoria alvinegra no trabalho do técnico Sylvinho, que será mantido no cargo para a próxima temporada de 2022. Seu contrato, inclusive, vai até dezembro do próximo ano.
Embora Sylvinho venha sofrendo com uma pressão externa e seja frequente e intensamente criticado por boa parte da torcida no estádio (a exemplo das vaias quando seu nome é anunciado após a escalação, como aconteceu no último domingo, contra o Athletico-PR) e nas redes sociais, ele conta com forte apoio interno e sabe disso.
A avaliação é de que Sylvinho é um técnico promissor, cujo trabalho no clube ainda está em fase de desenvolvimento e adaptação, com a meta sendo rigorosamente cumprida e possibilidade de melhora na próxima temporada, com mais tempo, descanso e possíveis novas peças.
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Sylvinho em Corinthians 1×0 Athletico-PR
Marcos Ribolli
A rigor, o objetivo para a reta final de 2021 era a classificação à Libertadores, já alcançada, mas também de forma a entrar diretamente na fase de grupos. Neste momento, o Corinthians é o quarto colocado, com cinco pontos de diferença para o primeiro time que está na pré-Libertadores.
Outro ponto que conta a favor da permanência de Sylvinho é o ambiente interno do Corinthians, ao qual a imprensa não tem mais acesso desde o ano passado. A avaliação é de que o clima é ótimo, o técnico conta com o respaldo dos jogadores, tem uma boa comissão e tudo flui como deveria.
Renato Gaúcho? Não!
O relacionamento com o elenco e o dia a dia do CT reforçam a convicção da diretoria no trabalho de Sylvinho e a certeza de que a escolha feita foi a certa. O ge ouviu relatos de pessoas ligadas à cúpula corintiana de que Renato Gaúcho, por exemplo, não era unanimidade no Flamengo.
Renato, demitido do clube da Gávea na última segunda-feira, recebeu uma proposta do Corinthians em maio. Era o plano A da diretoria para suprir a saída de Vagner Mancini, mas disse não. À época, alegou que precisava ficar mais tempo com a família.
Pouco mais de um mês depois da recusa ao Timão, foi anunciado pelo Flamengo. “O mundo dá voltas, vamos em frente”, foi uma das frases ouvidas pela reportagem do ge para entender o sentimento do Corinthians em relação ao treinador, que deixa o Rubro-Negro com imagem desgastada. Ele não será mais procurado pela gestão atual.
Renato Gaúcho deixou o Flamengo após derrota na final da Libertadores
Getty Images
Antes do acerto com Sylvinho, quem também disse não ao Corinthians foi o uruguaio Diego Aguirre. O hoje técnico do Internacional fez uma contraproposta com valores considerados absurdos à diretoria. Algo que foi interpretado pelo Timão como uma maneira ruim de negar a proposta e “sair de fininho”.
Aguirre assumiu o Inter pouco depois e hoje figura em nono lugar no Brasileirão, posição que, neste momento, não dá a vaga nem sequer à pré-Libertadores.
Por tudo isso, o entendimento interno é de que Sylvinho não foi e nem será um erro, mas sim uma escolha acertada, diante das outras opções que foram cogitadas. Dificilmente, a pressão externa fará com que haja uma mudança de pensamento da cúpula alvinegra a curto prazo.
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Divulgação
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Fonte: Globo Esporte

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